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TIMBURINome Científico: Enterolobium contortisiliquum (Leguminosae – Mimosoideae), Timburi.

Características: Espécie arbórea com altura de 20-35 m, dotada de copa ampla e tronco revestido por casca fina de cor acinzentada e 80-160 cm de diâmetro. Folhas alternas espiraladas, compostas bipinadas. Flores brancas dispostas em inflorescências e frutos do tipo vagem arredondadas de coloração escura, contendo sementes duras e amareladas.

Locais de Ocorrência: Pará, Maranhão e Piauí, até o Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, nas florestas pluvial e semidecídua.

Madeira: Leve, macia ao corte, pouco resistente e medianamente durável.

Aspectos Ecológicos: Planta decídua no inverno e que não produz sementes todos os anos. Floresce, geralmente, nos meses de setembro-novembro e a maturação dos frutos ocorre entre junho e julho, entretanto, permanecem na árvore por mais meses.

As espécies de árvores nativas como o TIMBURI são muito indicadas para ações de reflorestamento, preservação ambiental, arborização urbana, paisagismos ou plantios domésticos. O reflorestamento, por exemplo, corresponde a implantação de florestas em áreas que já foram degradadas, seja pelo tempo, pelo homem ou pela natureza.

Já quando há a finalidade de arborização urbana ou paisagismo, é necessário avaliar o espaço em que a muda será plantada para que não haja problemas com a fiação elétrica ou rachaduras na calçada.

No viveiro do Instituto Brasileiro de Florestas é possível encontrar mudas de árvores nativas produzidas em tubetes plásticos de diversos tamanhos. Todas com a certificação no Registro Nacional de Mudas e Sementes – RENASEM.

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