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Casca D'antaNome Científico: Rauvolfia sellowii (Apocynaceae), Casca D’Anta.

Características: A Casca D’Anta é uma espécie arbórea com altura de 5-7 metros e tronco com 30-50 cm de diâmetro revestido por casca com ritidoma fissurado de coloração cinza. As folhas são verticiladas, 4 por nó, membranáceas e glabras em ambas as faces com até 34 cm de comprimento. As flores são reunidas em inflorescências e possuem coloração esverdeada. Os frutos, quando maduros, possuem coloração negra.

Locais de Ocorrência: Ocorre principalmente na floresta semidecídua de altitude dos estados de Minas Gerais e São Paulo.

Madeira: Leve, mole, pouco compacta e fácil de trabalhar. Possui baixa durabilidade natural.

Aspectos Ecológicos: Espécie característica de solos férteis e úmidos da floresta semidecídua em altitudes superiores a 400 m. Ocorre tanto no interior da floresta primária como em formações abertas e secundárias. Floresce durante os meses de setembro-novembro e os frutos amadurecem a partir de janeiro.

Utilização: A madeira pode ser empregada para forros, caixotaria, e confecção de brinquedos e artefatos leves. Por ser exuberante, a árvore pode ser empregada na arborização urbana. Além disso, por atrair grande quantidade de pássaros e possuir uma rápida taxa de crescimento, é de grande importância no plantio destinados à recuperação de áreas degradadas.

Produção de Mudas: As sementes devem ser colocadas para germinar, logo após a coleta em substrato organo-argiloso. A emergência ocorre em 30-50 dias e a taxa de germinação é superior a 60%.

As espécies de árvores nativas como a CASCA D’ANTA são muito indicadas para ações de reflorestamento, preservação ambiental, arborização urbana, paisagismos ou plantios domésticos. O reflorestamento, por exemplo, corresponde a implantação de florestas em áreas que já foram degradadas, seja pelo tempo, pelo homem ou pela natureza.

Já quando há a finalidade de arborização urbana ou paisagismo, é necessário avaliar o espaço em que a muda será plantada para que não haja problemas com a fiação elétrica ou rachaduras na calçada.

No viveiro do Instituto Brasileiro de Florestas é possível encontrar mudas de árvores nativas produzidas em tubetes plásticos de diversos tamanhos. Todas com a certificação no Registro Nacional de Mudas e Sementes – RENASEM.

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