Aroreira Preta Myracrodruon urundeuvaA árvore Aroeira Preta, é também conhecida como aroeira, urundeúva, aroeira-do-sertão, uriunduba, aroeira-do-campo e aroeira-da-serra. A lista vermelha de espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais a cita como Astronium urundeuva.

No estado de São Paulo, no Brasil, ocorre em vegetação de cerrado na floresta estacional semidecidual do noroeste e na decidual de transição, estando na lista oficial das espécies ameaçadas, na categoria VU (vulnerável).

Suas flores são insignificantes, se reunindo em grandes inflorescências. Seu fruto é uma pequena noz, encimada por um cálice que se parece com um paraquedas. A Aroeira Preta é nativa da caatinga e do cerrado, desde o estado do Ceará até o estado do Paraná, no Brasil.

Encontrada também na Argentina, Paraguai e Bolívia. Embora os dados sejam insuficientes, ela é superexplorada devido a sua madeira resistente e agrupamentos dessa árvore, que antigamente era dominante na caatinga, estão desaparecendo.

A madeira da urundeúva contém tanino, é pardo-avermelhada, dura e imputrescível, própria para ser usada em obras externas como dormentes de linhas férreas, postes e na construção civil.

As espécies de árvores nativas como a AROEIRA PRETA são muito indicadas para ações de reflorestamento, preservação ambiental, arborização urbana, paisagismos ou plantios domésticos. O reflorestamento, por exemplo, corresponde a implantação de florestas em áreas que já foram degradadas, seja pelo tempo, pelo homem ou pela natureza.

Já quando há a finalidade de arborização urbana ou paisagismo, é necessário avaliar o espaço em que a muda será plantada para que não haja problemas com a fiação elétrica ou rachaduras na calçada.

No viveiro do Instituto Brasileiro de Florestas é possível encontrar mudas de árvores nativas produzidas em tubetes plásticos de diversos tamanhos. Todas com a certificação no Registro Nacional de Mudas e Sementes – RENASEM.

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