Compostagem de fundo de quintal

Sampaio mora em Apucarana-PR, é Administrador, Consultor de Empresas, professor em Normatização e Legislação Ambiental no SENAI/CETMAM. Na entrevista abaixo, ele dá algumas dicas de como se fazer uma compostagem em casa e fala das vantagens dessa prática. 

1. Como surgiu a ideia de fazer compostagem no fundo do quintal? 
Meu Professor do MBA Direito e Gestão Ambiental testemunhou que seu colega de docência da USP, havia testado a compostagem em seu apartamento, utilizando uma caixa tipo usada nos supermercados para entregar compras (toda perfurada - o que permite a oxigenação no composto). Como eu já pensava em fazer no quintal, não tive mais dúvidas de que seria aplicável. 

2. Onde o senhor foi buscar os conhecimentos para executar essa tarefa?
Os conhecimentos já reunidos durante minha vida, mais as aulas no MBA e o testemunho do pessoal da USP foi suficiente.

3. Como as pessoas comuns podem fazer o mesmo em casa? O que é preciso?
1) Eleger o espaço no quintal (60x60cm e 20 cm de altura). Se piso, pode fazer uma parede com uns 3 tijolos de altura (não precisa cimentar - os espaços entre os tijolos ajudam na oxigenação), de preferência, tijolo maciço para não multiplicar pragas (como baratas). Essa caixinha pode, também, ser de madeira, servindo apenas para não esparramar o composto.
2) Iniciar a separação e depositar diariamente os resíduos sólidos, como casca de frutas e legumes, folhas do própria quintal ou da jardinagem, pó do café com o próprio coador (se de papel).
3) Depositar, também, sobras de alimentos, menos ossos que serão de difícil decomposição integral pelas bactérias. 
4) Como cuidar: diariamente, ou mais vezes ao dia, se houver disponibilidade, fazer a mistura, como se estivesse cuidando de uma panela em cozimento. Isso fará a homogeneização do composto e oferecerá oxigênio a ele.
5) Quando estiver escuro, preto, homogêneo, não colocar mais material novo. Continuar a misturar diariamente, até perceber que está pronto para aplicar nas plantas, frutas, jardins e até hortaliças. Com esse processo, houve uma mineralização daqueles compostos, que ficam disponíveis para as plantas.
Nota: Não haverá odor, nem moscas ou outros inconvenientes - muito válido!
6) Enquanto termina o composto (item 5), pode-se eleger outro local para iniciar novo lote (item1).      
7) É claro que, com essa prática da compostagem, a pessoa deve estar paralelamente separando os recicláveis (mesmo que seja para entregar ao lixeiro).   

4. Quais as vantagens dessa prática?
Reduz a demanda por aterro sanitário, gera húmus na própria residência, gera uma atividade doméstica de cunho socioambiental, sendo um exemplo de sustentabilidade e satisfação pessoal.


Você tem alguma ideia criativa ou inovadora? Faça como Alemar Sampaio, envie para nós!

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