Árvores nativas da Mata Atlântica: lista completa de espécies

Considerada a segunda maior floresta do Brasil em tamanho, a Mata Atlântica fica atrás apenas da Mata Amazônica. É um bioma que foi extremamente devastado desde a colonização, restando apenas uma parte de mata nativa que está presente de forma espalhada na grande maioria dos estados brasileiros, sendo eles: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Alagoas, Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí.

O bioma da Mata Atlântica que antes chegava a ocupar cerca de 13% até 15% do território nacional, abrangendo uma área de 1.315.460 km² de extensão, hoje ocupa apenas 8,5% classificando uma vegetação em extinção. Isso ocorreu devido às atividades agrícolas e agropecuárias e pela exploração industrial realizadas pelos homens ao longo dos anos, o que fez crescer ainda mais a área urbana, destruindo parte deste bioma.

Por se tratar de um bioma que está espalhado em várias partes do Brasil, a Mata Atlântica possui vários tipos de clima, predominando o tropical úmido. Sendo composta também em partes, pelo clima subtropical úmido e o semiárido. De modo geral, este bioma caracteriza-se por possuir altas temperaturas durante o ano todo e elevados níveis de umidade

A vegetação da Mata Atlântica está relacionada com a diversidade climática de cada região, que são influenciadas por fatores como teor de oxigênio, iluminação, umidade e ainda temperatura. Essa vegetação se caracteriza por árvores mais altas com suas copas mais próximas umas das outras, formando um dossel que controla a quantidade de luz que irá atingir as árvores e as vegetações mais baixas. São comuns arbustos de pequeno porte, além de ervas e gramíneas, musgos e brotos, e também trepadeiras que se desenvolvem nos troncos das árvores.

Sendo um bioma que recebe pouca luz, conforme citado acima, os solos da Mata Atlântica conseguem se manter úmidos por muito tempo, porém são, em sua maioria, pobres. Isto porque possuem altos níveis de acidez, pouco oxigênio e pouca profundidade, caracterizando solos de baixa fertilidade. Porém, existe decomposição das folhas das árvores mais altas, que geram grande acúmulo de matéria orgânica nos solos, abastecendo com nutrientes para as plantas e animais que necessitam da decomposição para sobreviver.

 

Seguem as espécies características da Mata Atlântica: 

 

  • Açoita Cavalo Miúdo (Luehea divaricata)
  • Araça Amarelo (Psidium cattleianum)
  • Babosa Branca (Cordia superba)
  • Café de Bugre (Cordia ecalyculata)
  • Canafistula (Peltophorum dubium)
  • Canela Amarela (Ocotea corymbosa)
  • Canela Guaica (Ocotea puberula)
  • Capixingui (Croton floribundus)
  • Carne de Vaca (Cletlra scabra)
  • Carobão (Jacaranda micrantha)
  • Casca D’Anta (Rauvolfia sellowii)
  • Castanha do Maranhão (Bombacopsis glabra)
  • Cedro Rosa (Cedrela fissilis)
  • Cereja do Mato (Eugenia involucrata)
  • Chuva de Ouro (Lophantera lactescens)
  • Embira de Sapo (Lonchocarpus cultratus)
  • Fedegoso (Senna occidentalis)
  • Fruta da Condessa (Rollinia mucosa)
  • Goiaba (Psidium guajava)
  • Grumixama (Eugenia brasiliens)
  • Guaçatunga (Casearia sylvestris)
  • Guajuvira (Cordia americana)
  • Guaramirim (Plinia rivularis)
  • Guarita (Astronium graveolens)
  • Ingá de Metro (Inga edulis)
  • Ingá Feijão (Inga marginata)
  • Jaboticaba sabará (Plinia trunciflora)
  • Jerivá (Syagrus romanzoffiana)
  • Juquiri (Mimosa regnellii)
  • Laranja de Macaco (Posoqueira acutifolia)
  • Mamica de Porca (Zanthoxylum rhoifolium)
  • Maricá (Mimosa bimucronata)
  • Monjoleiro (Senegalia polyphylla)
  • Morototo (Schefflera morototoni)
  • Palmito Jussara (Euterpe edulis)
  • Pata de Vaca (Bauhinia forficata)
  • Pau Brasil Ornamental (Caesalpinia tinctoria)
  • Pau Cigarra (Senna multijuga)
  • Pau d’alho (Gallesia integrifolia)
  • Pau Ferro (Caesalpinia ferrea)
  • Pau Jacaré (Piptadenia gonoacantha)
  • Pessegueiro Bravo (Prunus sellowii)
  • Saboeiro (Sapindus saponaria)
  • Saguaragi (Colubrina glandulosa)
  • Tamanqueiro (Aegiphila sellowina)
  • Tucaneiro (Citharexylum myrianthum)
  • Urucum (Bixa orellana)

 

Depois de conhecer mais sobre este bioma tão rico em espécies nativas, o que acha de utilizar algumas delas para reflorestar áreas degradadas?

 

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