Intercambistas de vários países poderão estagiar no Instituto, trabalhando diretamente com o desenvolvimento de projetos
A fim de suprir a carência de projetos socioambientais para a neutralização de gás carbônico no Brasil, o Instituto Brasileiro de Florestas idealizou o projeto Carbono Social. Como já apresentado anteriormente, o projeto Carbono Social tem o objetivo de viabilizar a comercialização de créditos de carbono voluntários, buscando tornar esse mercado mais acessível a quem quer comprar e vender, além de incentivar o reflorestamento de florestas nativas do Brasil.
Recentemente, Wiliam Aquino, diretor de comunicação do IBFLORESTAS, esteve na Alemanha visitando algumas universidades e apresentou o projeto aos alunos, os quais terão a oportunidade de participar de um intercâmbio no Brasil, estagiando no Instituto Brasileiro de Florestas.
Aquino observa no intercâmbio de estudantes de vários países, uma possibilidade dos alunos poderem conhecer o Brasil e os projetos de proteção ambiental, reflorestamento e geração de renda do Instituto. Além disso, eles poderão participar ativamente do desenvolvimento desses projetos, entrando em contato com empresas de seus respectivos países e convidando-as a envolver-se em projetos socioambientais no Brasil. “Acreditamos que essa será uma grande oportunidade de troca de conhecimento entre os países. Percebemos que países da Europa tem muito interesse em colaborar de alguma forma, mas existe uma carência de bons projetos”, diz.
De acordo com ele, os alunos ficarão dois meses estagiando no Instituto, desenvolvendo projetos que atendam diretamente às necessidades de neutralização das empresas de seus países. As áreas, nas quais serão plantadas as árvores para compensação de gás carbônico, serão as prospectadas pelo projeto Plante Árvore sobre Rodas.
Caso você queira saber mais sobre a junção dos projetos Plante Árvore sobre Rodas e Carbono Social, desenvolvidos pelo IBFLORESTAS, acesse http://www.plantearvore.org.br.
Conheça, participe, divulgue!
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200 Milhões de árvores









Comentários
Prezado Tiago,
estarei entrando em contato com o senhor.
Atenciosamente,
Luiz Henrique
Assessor de Projetos
Sr. José,
Outras prefeituras poderiam também adotar esta iniciativa de Rio Preto-SP, na certeza de diminuir bem os problemas da Dengue.
Atenciosamente,
Luiz Henrique
Assessor de Projetos
Muito interessante essa iniciativa da Prefeitura de S.José do Rio Preto. São ações dessa monta que devem ser desenvolvidas não só por SJRP, mas por todas as prefeituras do Brasil. Além de melhorar a aparência das nossas cidades, tem a vantagem de ser profilática no combate à dengue. Aliás qualquer iniciativa que vise repovoar o meio Ambiente com essências quer nativas ou não serão sempre benvindos. Parabéns pela divulgação.
A Prefeitura de São José do Rio Preto, a 440 quilômetros de São Paulo, começa a combater a dengue com libélulas. Neste fim de semana, cerca de 300 mudas da planta crotalária juncea foram distribuídas para moradores interessados em participar da campanha para reduzir a incidência do mosquito Aedes aegypti na cidade. A ideia é que as flores atraiam as libélulas, que se alimentam das larvas e do mosquito adulto do Aedes.
Vai ai a dica.
Abraços
Wiliam Aquino
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