Controle de formigas e cupins na floresta de Mogno Africano

Controle de formigas e cupins

Atividade primordial para o sucesso do plantio e pegamento das mudas florestais, tendo influência marcante na sobrevivência e no desenvolvimento das mudas, em função da elevada capacidade de danos associados ao ataque das formigas dos gêneros Atta (saúvas) e Acromyrmex (quenquéns).

O controle químico realizado com iscas granuladas à base de Sulfluramida ou Fipronil, e normalmente bagaço de laranja como atrativo. Tais iscas podem ser encontradas comercialmente nas formas granulada solta e granulada acondicionada (saquinhos de 10 gramas, conhecidos como MIP's - micro porta iscas), ou em casos de maior ocorrência utiliza-se o porta isca convencional que comporta 30 gramas cada um podendo ser colocado com mais intensidade ao entorno e bordas de mata, devendo ser distribuídas pela área para que as próprias formigas as levem para dentro do formigueiro. Trata-se do método mais utilizado atualmente no combate a formigas cortadeiras em florestas, tanto comerciais como nativas plantadas, devido à facilidade de aplicação, à baixa toxicidade e, principalmente, aos bons resultados de controle obtidos com a sua aplicação. A utilização de iscas apresenta um rendimento operacional maior e uma melhor ergonomia devido à forma de distribuição das iscas pela área. Existe também a necessidade de aplicação de formicidas líquidos ou em pó através de fumegadores diretamente nos "olheiros” dos formigueiros (Principalmente pela constatação de grande infestação de formigas registradas na checagem a campo). São muito eficientes, mas os olheiros devem ser localizados em sua totalidade, não só na área de plantio, mas em todo seu entorno. Não deve ser realizada aplicação de formicidas em dias chuvosos e as iscas não devem ser distribuídas sobre o solo úmido.

As abelhas urupuás e os cupins são de fácil controle e devem ser combatidos na área de plantio e no entorno com a pulverização direta com o mesmo pesticida nas em suas colônias.

Controle inicial pré-plantio

Em se tratando de MIP’s, deve ser realizado 3 meses antes do plantio e de qualquer intervenção na área, realizando a aplicação de forma sistemática (10 gramas a cada 3,0 m x 10,0 m) pela área e direta junto aos olheiros quando encontrados (20 gramas por olheiro e 10 gramas por m2 de terra solta em volta dos formigueiros).

Controle no plantio

Serão realizados 5 a 7 dias antes do plantio e com um repasse logo após a implantação das mudas, sendo realizado da mesma forma que o combate anterior.

 

Controle de manutenção

 

Serão realizados sempre aplicaçãoes conforme a indicação de um profissional técnico responsável pela floresta, que pode variar a frequencia de aplicação, de acordo com a necessidade.

É importante ressaltar que as orientações deste artigo visa esclarecer a importância do combate a formigas e outras pragas, porém vale lembrar que é obrigatório o acompanhamento de um profisional engenheiro agrônomo ou florestal habilitado, sendo este responsásvel tecnicamente pelas intervenções com indicação de doagens e formas de aplicação dos insumos e defensivos na floresta. 

 

material de estudo3

 

  Boletim Informativo

Ligar

icon telefone

Fale com um especialista do IBF

das 8h às 18h

+55 11 4950-9091

Bate-Papo

icon chat

Receba ajuda de um

especialista on-line

Das 8h às 18h

E-mail

icon email

Envie-nos perguntas

detalhadas sobre sua dúvida

Saber Mais

Use a Central de Ajuda

para encontrar as respostas

rapidamente.

Logo IBF

 whats

bnds edit

Nossos Serviços

Endereço

Instituto Brasileiro de Florestas

IBF Londrina

E Rua Senador Souza Naves, 182
Sala 303, 6º Andar, Centro
Londrina, Paraná, 86010-160

T +55 (43) 3066-2151

IBF Curitiba

E Rua Lívio Moreira, 631
São Lourenço
Curitiba, Paraná, 82200-070

T +55 (41) 3018-4551

X Fechar