O uso de drones em florestas de mogno africano

O uso de drones contribui para o plantio de árvores.

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Vitor Pinheiro, Higino Aquino, Simon Penfold, Solano Aquino

Recém-chegado no Brasil, os drones auxiliam na preservação e monitoramento de grandes lavouras e florestas, promovendo a identificação de pragas ou danificações. Já na área ambiental, possibilita visualizar a presença de florestas nativas, acompanhar seu processo de regeneração natural e ainda ter certeza que a floresta comercial, coexiste em harmonia com as florestas nativas.

Os drones, em sua maioria, são equipados com computador de bordo e GPS que recebe sinais de oito satélites, com isso é possível fazer um voo muito preciso. A documentação obtida pelo drone pode ser mais rápida e barata. As imagens coletadas pelos drones são de alta resolução, sendo superiores às imagens feitas pelos satélites. São analisadas com auxílio de softwares, a qual indica, através das cores características, os possíveis problemas encontrados na área percorrida como doenças, falhas, áreas atacadas por pragas, plantas daninhas, deficiência hídrica, comportamento dos sítios, entre outros.

 

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Higino Aquino em um plantio experimental de mogno africano.

 

Os avanços na tecnologia e a utilização de máquinas mais sofisticadas aumentaram a eficiência nas ações de corte de árvores, mas o replantio ainda é um delongado procedimento manual. E através do uso de fotografia aérea deve aumentar os ganhos de produtividade nos próximos anos.

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1° Workshop Internacional de Mogno Africano

IBF realizou o 1° Workshop Internacional de Mogno Africano em São Paulo. O evento foi dia 5 de Outubro na capital paulista, realizado na ComSchool & Ecommerce School na Avenida Paulista em São Paulo.

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O objetivo do Workshop foi levantar questões relacionadas às florestas de mogno africano, como técnicas, plantio, manejo comercial, entre outras. Também foram abordados temas acerca de melhorias nas práticas para o plantio de florestas de mogno africano no Brasil. E a associação da cultura de plantio do mogno com a cultura plantio do café

O Workshop contou também com a presença do australiano Simon Penfold que possui uma experiência de mais de 30 anos no setor florestal Australiano especialmente em Mogno Africano.

Veja quem foram os palestrantes do 1° Workshop Internacional de Mogno Africano:

  • Higino Martins Aquino Júnior
  • João Emílio Duarte Matias
  • Alcides Pereira Santos Neto
  • André Franco
  • Eduardo Ciriello
  • Patrícia Fonseca
  • Andressa Ribeiro
  • Solano Martins Aquino
  • Simon Penfold
  • Vitor Pinheiro